domingo, 27 de fevereiro de 2011

Idade .

E os 17 anos se aproximam..
E junto com ele, todas as recordações da infância, da felicidade menina que me pertencia e que ainda me resta na forma mocinha, o arrependimento de tanto desejar ser mais velha quando ainda era nova e não sabia o quão bom era ser criança, brincar, divertir-se, se sentir bem e na maioria das vezes sem que sua felicidade dependesse de outra pessoa. Mas também vem a esperança de mudança, de continuidade da função na terra, mesmo exclarecendo: 
- eu queria que ainda não fosse a era dos 17 anos!

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Real .

- Combinar não é o bastante.

Foi está a convicção que me veio à mente hoje; não é só por quando juntos despertar olhares e muitos dizerem ser bonito, que o necessário esta preenchido, a parte mais importante é a do sentimento, da notação dos detalhes, do complemento dos ato. O interesse tem que vir de ambos e facilitar pra um não irá trazer o que realmente necessito.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Muita coisa em uma tarde .

Há momentos em que não devemos postar, esse seria o meu momento se não estivesse aqui neste instante. Não só porque estou sem tempo, mas também porque não me acho em situação psicológica suficiente para isso.
Iria falar sobre algo, mas me esqueci durante à tarde.  Durante à tarde, descobri também que garotas podem acertar em coisas que tinham dúvidas sem que se passe muito tempo. É isso, tinha dúvidas pela manhã e à tarde me veio a certeza. Percebi também, que nem sempre saber que estar certa, vai trazer felicidade. Em meu caso, não trouxe a mínima. Que a felicidade depende muito do seu principio de felicidade e a quem deixa encarregado de lhe trazer. Fazer má escolha, trás más momentos
Uma tarde me fez perguntar porque nos achamos fortes. Não sou fraca, bom, penso que não, mas não sou um Sansão, nem ao menos conseguir segurar lágrimas me é um privilégio. Talvez seja esse o meu ponto forte; permitir a aparência das lágrimas em vez de descontar meus más momentos. Pelo menos, em um dia, percebi que posso mudar, pensar em mim, sem mudar com as pessoas. Me ausentar ás vezes, sem que me notem, ou notem minha falta de atenção para com a pessoa.Que quando amo, amo tão verdadeiramente que acima de minha felicidade vem  felicidade do outrém. E que as vezes, as pessoas não tem o que esperam, não só porque não enxergam o que lhe seria o melhor, mas porque deixam enganar-se por poucas coisas.

#Voltei a não deixar na mesma formatação, porque em uma tarde, percebi que nem sempre o menos importante, é o menos interessante.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Tá, deu vontade .


É, hoje me deu vontade, então vou postar o que acho que já tá na hora de ser postado. //Já tentei escrever textos sobre vários temas, mas achei chato e acabei apagando, mas também já consegui fazer alguns consideráveis bons e postei sem ao menos ter feito rascunho, nada comparável a belas postagens que vejo, mas pelo menos não ficam entre os piores. Não sei o motivo principal, mas raramente aqui escrevo em primeira pessoa, aliás, penso que sei o porquê, deve ser por imaginar que se o blog é meu, certamente quem lê sabe que se trata de mim ou possivelmente alguém que a mim está relacionado. Muitas vezes, evito postar quando algo está me atormentando, sei lá, vá que fique contando que hoje me acho besta. É, superei minhas espectativas de burrice, talvez seja exagero, mas não, não acho que quando se é inteligente passe por um problema repetidas vezes só porque está supostamente relacionado a "coisa incontrolável", pra falar a verdade, não acredito que sentimentos sejam incontroláveis. Isso é pura farça de gente que não sabe se controlar, controlar sua mente, nisso, até me aperfeiçoo bastante rápido, porém nem sempre anulo as coisas bestas que me fazem sentir mal, mas tento, tentar já é um ponto positivo. É, eu sei quando algo não vai dá certo, ou pelo menos imagino, ou penso saber, mas nem sempre paro pra tentar evitar, gosto do perigo e sempre me vem a esperança de mudança. Mais uma besteira. Tá vendo o que disse, acabei contando coisas. Já que comecei, vou continuar. Me apego fácil as coisas, não é fácil do fácil, é facílimo mesmo, um sorriso, um jesto, coisinhas pequenininhas, enfim, dificilmente desgosto de alguém, coisas pequenas me conquistam e é esse meu segundo maior defeito - o primeiro é a persistência, mas isso não vem ao caso - esse segundo maior defeito é o que até hoje me prejudica, é o que me vem desde criança. Bom, ainda tenho muitos traços de criança, não que isso seja ruim, pouco me importo, definitivamente, acho bestas as pessoas que querem camuflar seus traços de criança, "pra quê?' "qual o motivo principal?" mais criança do que quem ainda tem traço de criança é quem sabe que tem o traço e mesmo assim, tenta esconter.

Ops, mudei o foco do texto, kkk, sabe de uma coisa, pronto, parei por aqui. - Ah, nem tudo é importante por isso o texto tá em outra formatação.

Repetições .


Reviver situações magoáveis e prever fatos indesejaveis, é o presente. Relembrar o sofrimento escandaloso. Ser boba e se abater por coisas fúteis. É a vida. A vida de uma adolescente que a vive. A burrice de alguém que sabe que não deveria fazer as coisas do mesmo jeito, sofrer do mesmo modo, encarar problemas da mesma forma. Uma vida monótona. Um dia legal. Um alguém marcante. Um alguém especial, especial a ponto de fazer reviravoltas em outro alguém que se diz saber se defender, saber burlar a mente. Saber que está errada, saber que ainda é tola.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Cuidadoso .

I had it all, but not what I wanted. Cause hope for me was a place uncharted and overgrown.
You'd make your way in I'd resist you just like this.
Eu tinha tudo, mas não o que eu queria. Porque a esperança, pra mim era um lugar desconhecido e encoberto.
Você entra e eu resisto a você assim.
Careful - Paramore

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Sabedoria .

 "Quando fazemos tudo para que nos amem e não conseguimos, resta-nos um último recurso: não fazer mais nada. Por isso, digo, quando não obtivermos o amor, o afeto ou a ternura que havíamos solicitado, melhor será desistirmos e procurar mais adiante os sentimentos que nos negaram. Não fazer esforços inúteis, pois o amor nasce, ou não, espontaneamente, mas nunca por força de imposição. Às vezes, é inútil esforçar-se demais, nada se consegue;outras vezes, nada damos e o amor se rende aos nossos pés. Os sentimentos são sempre uma surpresa. Nunca foram uma caridade mendigada, uma compaixão ou um favor concedido. Quase sempre amamos a quem nos ama mal, e desprezamos quem melhor nos quer. Assim, repito, quando tivermos feito tudo para conseguir um amor, e falhado, resta-nos um só caminho...o de mais nada fazer."

Clarice Lispector

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Sem relevância.

Supostamente notar mudanças invisíveis a olhos alheios, ou criar situações sem alterar ou acrescentar realizações. O querer gerar, fazer acontecer. Insignificância que aumenta, transbordando significados valiosos e muitas vezes contraditórios, mas com o aroma, o azedo, o ardido, o agridoce da esperança.

Vontade de conselho .

Se hoje, tivesse conhecido um garoto, teria lhe dado conselhos de graça, diria para que aos 17 anos, ele se tornasse mais descreto porém esperto o suficiente pra notar uma garota de 16 apaixonada por ele. Diria pra olhar menos o corpo e notar a preocupação de alguém para com ele. Diria pra tentar compreender-se mais, quem não se compreende não compreende os outros, e logo me corrigiria dizendo pra não se compreender tão profundamente, mistério sempre é notado e bem visto. Diria pra pensar antes de se submeter a plantar felicidade a quem pouco se importa e deixar cair lágrimas no solo de quem muito o quer bem. Diria pra que ao fazer 18, ouvisse seu coração gritando que ama alguém, mesmo sem a certeza da reciprocidade, o recíproco nem sempre é vizivel. Diria pra se declarar a aquela pessoa, aquela, aquela que muito sua mente pensa. Enfim.. Falaria pra pedir a menina que agora com 17, com cara de boba, mas que também muito te ama, em namoro e se desse a chance de ser feliz.